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quarta-feira, maio 05, 2004
 
Para além de muitas outras coisas, "Kill Bill, Vol.1" é também uma resposta à franchise badaladamente feminista de "Charlie's Angels". As semelhanças entre Bill e Charlie são óbvias: ambos encarnam o arquétipo do patrão/mentor misterioso que puxa os cordões e nunca é visto no filme e ambos exudem o mesmo charme masculino (se bem que obviamente Bill leva este charme a lugares mais perversos). Em "Kill Bill", a personagem de Thurman (mulher verdadeiramente independente, na medida em que não tem quaisquer aliados, quanto mais patrão) chacina os "anjinhos" que, apesar da sua força de carácter, acabam por ser nada mais do que lacaios de Bill, tal como as personagens de "Charlie's Angels", apesar de todas os seus truques e habilidades, não passam na verdade de soldados ao serviço de um homem que nunca lhes diz mais do que o que julga que elas precisam de saber - uma situação pouco feminista.

(será que a Lucy Liu, que trabalhou nos dois, notou nisso?)

(Ainda não vi "Kill Bill, Vol.2", e por isso não sei se irá comprovar o meu pequeno esquema).